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O que é preciso para começar: Tudo o que é necessário para iniciar a obtenção da carta de condução, incluindo os documentos necessários, as taxas e os requisitos.

Codigo da Estrada: Questões frequentes, informações uteis, Testes de codigo gratis, Testes IMTT com soluções, dicas, etc.

Exame de condução:  Principais aspectos a ter em conta e algumas estratégias para passar no exame de condução.

Como tirar a carta de condução à primeira!

Tirar a carta de condução é uma aspiração de muitas pessoas. No entanto, por vezes, pequenas desatenções na prova teórica e deslizes cometidos no decurso do exame prático trazem o dissabor da reprovação. E em tempos de crise, em que todos os gastos se revestem de um peso considerável nos orçamentos, nada melhor do que conseguir ser bem sucedido à primeira tentativa e fazer com que o investimento para tirar a carta se fique pelo estritamente necessário.
10 dicas para tirar a carta à primeira!
1. Estudar
Fazer testes, uns atrás dos outros, é útil, mas pode não ser suficiente. O aluno não se deve deixar mecanizar pelos testes que faz como treino. Quando isso ocorre, acaba por ler pouco o livro do código. Ao automatizar os testes, o candidato não interioriza verdadeiramente o conhecimento. Os alunos devem aproveitar as aulas e estudar. Os alunos na ânsia de quererem começar as aulas de condução, tendem a despachar o mais depressa possível as 28 aulas mínimas de código teóricas e não frequentam mais aulas. Um erro que pode comprometer a aprovação no exame teórico, tanto mais que, no caso das aulas de código, as escolas de condução não cobram qualquer preço adicional pelo numero de aulas que o aluno assistir a mais.
2. Fazer testes é treinar para a prova de fogo
Depois de ler e perceber o Código da Estrada, coloque os seus conhecimentos à prova. Há testes que podem ser feitos para medir o seu grau de conhecimento em matéria de Código da Estrada. As escolas têm simuladores de exames de condução e ainda há livros, CD e pens USB que apresentam as perguntas que constam da base de dados do IMTT (Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres), alguns dos quais podem ser adquiridos nas escolas. A vantagem destes suportes é que lhe apresentam as respostas. Mas se não quiser gastar dinheiro na aquisição de um manual pode suportar-se na Internet. A página electrónica do próprio IMTT fornece testes online gratuitos e todas as mais de 3200 perguntas possíveis de lhe surgirem no exame de código. Não tem as soluções das questões, mas garantidamente que uma das questões que ali está, ser-lhe-á apresentada no exame de perguntas múltiplas.

Exames do IMTT

3. O instrutor deve transmitir-lhe segurança
Um aspecto importante em quem dá os primeiros passos na aprendizagem da condução tem a ver com o tipo de instrutor que tem e à articulação instruendo/instrutor. É muito importante que se sinta à vontade com o “professor”, o qual deve ser alguém que se mostre atento ao modo como evolui e que seja preocupado em corrigir-lhe os erros que vai tendo, sem que adopte uma postura arrogante ou que o deixe intimidado. Se sentir que o instrutor está a ser um entrave à sua aprendizagem, não hesite em falar com o responsável da escola de condução e peça para mudar. Lembre-se que muita da segurança ou insegurança que poderá ter quando começar a guiar (e que pode pesar no subconsciente no dia do exame) poderá advir do modo como o instrutor o soube motivar.
4. Auto-estrada não é “bicho-papão”
Aprender a guiar passa por conduzir na maior diversidade possível de cenários e situações, incluindo o ambiente de auto-estrada ou vias equiparadas. Entrar, sair e circular em auto-estrada causa nalguns instruendos algum desconforto psicológico pelo facto de ser uma via onde se praticam velocidades mais elevadas. As escolas de condução são obrigadas a levar os seus alunos também para uma auto-estrada, no entanto, se vir que o seu instrutor não tem o hábito de o levar para a auto-estrada, faça esse reparo, sobretudo se sentir dificuldade em ganhar habituação à faixa de aceleração, as quais são, por vezes, pouco compridas.
5. Aperfeiçoar as manobras
Saber guiar pressupõe perceber para que servem e quando devem ser utilizados os vários comandos do automóvel e implica dominar o veículo. Ou seja, se quer passar no exame de condução tem mesmo de saber manusear o carro, desde estacionar a viatura, a mudar de direcção, e a inverter o sentido da marcha – tudo deve ser treinado. Até porque tudo lhe pode ser pedido para realizar no dia do exame. Por isso, se vir que não domina, em particular, alguma manobra (ponto de embraiagem, por exemplo), peça ao instrutor para o esclarecer e para insistirem nessa situação até se aperfeiçoar e estar em “ponto de rebuçado”. Não guarde as dúvidas para si.
6. Atraiçoados pelos vícios
As reprovações nos exames de condução acontecem em alunos que não estão devidamente preparados ou, estando tecnicamente capazes, se apresentam excessivamente nervosos. Mas também ocorrem chumbos em candidatos que, por se sentirem já quase condutores, tendem a adoptar uma postura de facilidade.
7. Avive a memória!
Muitos candidatos a tirar a carta são propostos a exame, mas a sua preparação está presa por arames. Por culpa da formação recebida, há alunos que estão habituados a fazer sempre os mesmos percursos e a encontrar os mesmos cenários. Quando alguma situação foge a este quadro-tipo, revelam-se incapazes de se adaptar… e reprovam. O candidato que está acostumado a conduzir em dias de sol e que, no dia do exame, apanha nevoeiro, esquece-se de acender as luzes de cruzamento, o que constitui um desrespeito do Código da Estrada.
8. Mil olhos na rotunda
A circulação na rotunda deve merecer uma atenção muito particular da parte do candidato a condutor. Isto porque qualquer falha que ocorra numa rotunda representa a reprovação do aluno. Três exemplos de falhas fatais ao circular numa rotunda que deve treinar e ter presente: ligar tardiamente o pisca; posicionar-se mal na rotunda, em função da saída que lhe interessa; não olhar para o espelho para avaliar o posicionamento dos demais veículos; ou mesmo deixar parar o motor. São considerados erros intoleráveis, pois põem em causa a segurança imediata do veículo ou dos outros utentes da via pública.

Veja como circular numa rotunda

9. Conhecer os percursos do exame
Cada centro de exames tem um total de cinco percursos (aprovados oficialmente e identificados por numeração sequencial de 1 a 5) possíveis para a realização da prova prática de condução (a que a legislação chama de “prova de aptidões e do comportamento”). Quando o centro de exames distar menos de 20 km de uma auto-estrada, pelo menos, três desses cinco percursos têm de permitir a circulação do candidato nessa via rápida. O percurso que terá de fazer é ditado por sorteio informático, mas embora haja a obrigação legal de serem vistos anualmente, os instrutores conhecem quais as artérias que normalmente são usadas para o exame. Uns dias antes da prova, circule por estas vias, de modo a conhecer a localização de sinais (alguns estão escondidos) e passadeiras (algumas quase apagadas), bem como de regras de prioridade de cruzamentos.
10. Há margem de tolerância
Uma ideia relevante que não deve perder de vista: os exames (teórico e prático) admitem uma margem de tolerância a erros que possa cometer. Saber isso deve permitir-lhe, não encarar as provas com facilitismo, mas antes reduzir-lhe um pouco a tensão e carga nervosa. Assim, fique a saber que das 30 questões a que terá que responder em meia-hora na prova teórica pode falhar três. Ou seja, tem uma margem de tolerância de 10%. E meia-hora, dá-lhe tempo para responder a uma pergunta por minuto. Por seu lado, no exame prático há igualmente margem de erro. É, por exemplo, admitido ao condutor que deixe o carro ir abaixo duas vezes seguidas. À terceira, reprova, já que tal é entendido como imperícia (excepção feita à circulação dentro de uma rotunda, onde o motor não se pode calar). Outra falha perdoável: num estacionamento tocar no lancil do passeio. Se tal suceder, não chumba. Mas se galgar o passeio, reprova.
Informação retirada da revista Autohoje

Circular numa rotunda

1- O condutor que pretende tomar a primeira saída da rotunda deve:
  • Ocupar, dentro da rotunda, a via da direita, sinalizando antecipadamente quando pretende sair.
2 – Se pretender tomar qualquer das outras saídas deve:
  • Ocupar, dentro da rotunda, a via de trânsito mais adequada em função da saída que vai utilizar: (2ª saída = 2ª via; 3ª saída= 3ª via);
  • Aproximar-se progressivamente da via da direita;
  • Fazer sinal para a direita depois de passar a saída imediatamente anterior à que pretende uitilizar;
  • Mudar para a via de trânsito da direita antes da saída, sinalizando antecipadamente quando for sair.



A imagem abaixo demonstra esquematicamente este raciocinio:

Atenção: Os velocipedes têm prioridades nas rotundas.

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